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Pavilhão - processo de projeto

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No processo de desenvolvimento do pavilhão no Parque Municipal decidimos traduzir em forma, um dos insights que tivemos, a partir das interações na implantação de domingo. O conceito de dentro e fora - e seu não limite - passou a nortear o processo de projeto. A partir desse local estranho o pavilhão teria uma estrutura tentacular que sai e entra desse local rebaixado e à parte. A cor ainda permanece como estratégia de contraste e as formas curvas continuam sendo construídas através da ortogonalidade. É criada uma atmosfera de ao mesmo tempo presença dentro e fora e utilização de grades (ortogonalidade) como retículas que as vezes aumentam ou diminuem a transparência. Atrvés de cabos metálicos e cordas, a estrutura se ergue e possibilita escalar, deitar...Essa ideia veio de uma sugestão do Gabriel: Clara paygrounds no inhotim. Alguns módulos variam conforme as alturas dos picos dos arcos, que se multiplicam por causa das diferenças dos níveis já presentes no local. Algumas imagens...

Não objeto - registros do domingo

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Link do vídeo que produzimos, a partir das interações de domingo e um pouco do processo de desenvolvimento do não objeto. https://youtu.be/3C3UeYCDt08

Não Objeto - processo de desenvolvimento

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A partir da análise do espaço, derivas e esgotamentos que fizemos no local e ao redor, começamos a desenvolver as ideias para o nosso não-objeto. Em contraste com as linhas ortogonais e o cenário cinza, pensamos em algo curvo e colorido, que atrvés de encaixes pudesse evocar a interação. Nossa ideia inicial de não-objeto é uma peça feita de canos PVC ou de boias espaguete, facilitando a montagem e possibilitando modificações na peça, além da interação com o espaço e das pessoas com os materiais. Faríamos encaixes que a deixassem distribuída ao longo de parte da escada e dos pilares presentes no espaço. Ficou decidido que o não-objeto seria feito de bambolês, unindo a ideia de arcos ao longo da escada da Praça dos Fundadores e a ideia de fazer formas geométricas com os bambolês. As interações seriam possíveis através de encaixe e desencaixe, molas colocadas em alguns bambolês, passagem através do não-objeto e diversas possibilidades que poseriam surgir dos próprios participantes...

Parque Municipal - exercício corpo no local escolhido

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Esse dia foi ótimo! Deu para entender os contrastes do lugar e aquilo que nos chamava atenção como grupo. As colagens:

Parque Municipal - Local escolhido + desenhos detalhes

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Um dos poucos espaços do Parque Municipal no qual o concreto sobressai à vegetação. Tanto seu traçado ortogonal, quanto a materialidade do espaço, reforçam o cinza, em um rebaixamento topográfico que redesenha um espaço estranho. A atmosfera criada pelas linhas, pela cor e pelos rostos, mesmo a céu aberto, cria um recorte de recanto e certa intimidação, que se diferenciam do entorno. Além da estranheza, que seduz e atrai, esse constraste possibilita tomadas de decisão que podiam ser promissoras, além de já sugestinar possíveis caminhos. Desenhos dos detalhes do local:

Parque Municipal - Miro + locais possíveis

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A partir da orientação em sala e de discussões no grupo, chegamos à conslusão que a Praça dos Fundadores seria o lugar mais interessante para a implantação. Por estar escrevendo esse registro tempos depois do desenvolvimento do não objeto, entendo que a escolha acertada. O local reune as cabeças em baixo, o lugar é bem estranho. Isso foi ótimo. link do miro: https://miro.com/app/board/uXjVJ2ebyQQ=/?share_link_id=495388897240 registros dos espaços que cogitamos anteriormente:

Parque Municipal - Deriva demorada (registros)

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sendo que o mapeamento sensível e os desenhos estão no miro: https://miro.com/app/board/uXjVJ2ebyQQ=/?share_link_id=495388897240