Não Objeto - processo de desenvolvimento

A partir da análise do espaço, derivas e esgotamentos que fizemos no local e ao redor, começamos a desenvolver as ideias para o nosso não-objeto. Em contraste com as linhas ortogonais e o cenário cinza, pensamos em algo curvo e colorido, que atrvés de encaixes pudesse evocar a interação. Nossa ideia inicial de não-objeto é uma peça feita de canos PVC ou de boias espaguete, facilitando a montagem e possibilitando modificações na peça, além da interação com o espaço e das pessoas com os materiais. Faríamos encaixes que a deixassem distribuída ao longo de parte da escada e dos pilares presentes no espaço.
Ficou decidido que o não-objeto seria feito de bambolês, unindo a ideia de arcos ao longo da escada da Praça dos Fundadores e a ideia de fazer formas geométricas com os bambolês. As interações seriam possíveis através de encaixe e desencaixe, molas colocadas em alguns bambolês, passagem através do não-objeto e diversas possibilidades que poseriam surgir dos próprios participantes

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