Crítica dos trípticos: Luz, sombra, transparência e reflexo
Primeiro queria dizer que acredito fielmente que tudo é muito intencional, se não perde a graça.
A foto abaixo da minha é da Luisa Tiemi. Fiquei feliz de poder comentar sobre essas composições, pois achei elas lindas!
Lembrando um pouco da aula, eu diria que a primeira composição ao mesmo tempo que agrada, incomoda. Mas acho a composição das três fotos bem coerente. Enquanto as da extremidade tem linhas diagonais, a foto central, mesmo que mais ortogonal que as outras, revela nos quadrados que pendem para baixo que formam linhas na diagonal também. Como destaque, acho que ela se diferencia da maioria dos trabalho por causa do fundo, que foi muiiiito bem pensado. Em termos de composição nos leva a confundir Figura e Fundo. qual é qual? Acredito que isso pode gerar um sentido de infinito e mistério muito claros na imagem, esses que são fruto da sobreposição e do contraste.
Sobre a segunda composição, também vejo um certo mistério. Dessa vez provocado pela distribuição maior das zonas brancas e pretas. Acredito que assim, nosso olhar custa a parar em um lugar, o que dificulta a leitura da imagem, na maioria das vezes. Nesse caso, acho legal esse mistério. Além disso, acho impossível não comentar sobre o certo ritmo que aparece, principalmente na imagem da direita e da de baixo. A repetição e o intervalo (um espaço negativo) que não obedecem exatamente a nenhum padrão e até quebram visualmente com ele, já que são triângulos.
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