Pesquisa: obras "não-objetos+ + artistas cinéticos

A partir da pesquisa e da discussão em sala, entendemos que um não objeto (como a obra mole) além de convidar o espectador para a interação, privilegiam o espaço em detrimento na planicidade. Sua existência se consagra na interação, pois sem ela ele não precisa de existir (perde o sentido), já que o projeto e seu resultado seriam previsíveis. O sucesso desse não-objeto as vezes pode estar ligado, então, à imprevisibilidade dos resultados dessa interação. Apesar disso, algo que ficou suspenso para nós foi a diferença dele para um enfeite, ignorando sua intencionalidade. Não deve funcionar como obstáculo.

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